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"O herói tem de ser bom de cama" - Sylvia Day - Entrevista Revista Época - 28/06/13

03 julho C Romano 0 Comments

Na trilogia Crossfire, a autora conta a história de uma jovem vítima de violência sexual que se apaixona pelo milionário Gideon Cross (e vice-versa). O romance inclui todos os elementos para conquistar leitoras românticas: luxo, cenas tórridas e um amor épico. "Para mim, apaixonar-se pelo herói depende de ele ser bom de cama", diz Sylvia.




ÉPOCA – É preciso entender muito sobre sexo, na prática, para escrever um romance erótico?


Sylvia Day  Você não pode ser virgem e escrever ficção erótica bem. Você precisa ter experimentado o barato de um orgasmo proporcionado por alguém e toda a tensão até que ele aconteça. Você precisa estar intimamente familiarizado com desejo, amor, brigas para fazer justiça a essas emoções com as palavras. Emoção é algo central para escrever ficção erótica de qualidade. Mas há algumas coisas que você pode escrever se fizer uma boa pesquisa. Afinal, escritores de thrillers não precisam matar alguém de verdade para escrever sobre isso e nem os autores de ficção científica precisam viajar para o futuro ou para o espaço.


ÉPOCA –  Os romances eróticos parecem reafirmar antigos papéis de gênero, com homens dominadores e mulheres submissas. Não é uma mensagem prejudicial?


Day –  Recebo mensagens incontáveis de leitoras dizendo que a vida sexual melhorou depois de ler meus romances. As mulheres são criaturas sexuais também. Sexo é saudável e necessário para o corpo e para a mente. Para as mulheres, a excitação começa na mente. Requer ambiguidade, sedução. Precisamos entrar no clima, um processo que leva tempo - algo que todos nós estamos lutando para ter mais. A ficção erótica pode funcionar como uma preliminar para a mulher, colocando-a no clima. Isso é uma coisa boa. A ficção erótica também permite às mulheres discutir seus desejos, tentar coisas novas, procurar intimidade. É algo bom.

Acesse a entrevista na integra, clicando no link abaixo.


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