J. A. Redmerki conversa com fãs de "Entre o Agora e Nunca"! Por Suma das Letras Brasil (29/05/2013)


Samantha Ferreira
Qual é o sentimento ou lição de vida, que você gostaria de transmitir pelo livro ao seus leitores?


J.A Redmerski: Bom, Samantha, minha mensagem seria bem parecida com a história principal do livro: acho que se mais pessoas se rebelassem contra a monotonia diária de suas vidas e decidissem fazer o que as deixa feliz em vez de o que a sociedade espera delas, o mundo seria um lugar mais feliz. Muitos de nós têm medo de arriscar ou ir atrás dos nossos sonhos porque a sociedade nos ensinou que sair do padrão é muito arriscado e para ser realmente feliz são necessárias muitas coisas que não temos. Então, a gente se acostuma a uma vida que realmente não queremos porque estamos com medo de arriscar. É triste, de verdade.


Gecély Diniz Vila Real Assim como a Camryn, em algum momento de sua vida você teve vontade ou precisou largar tudo e partir em busca de um novo começo, de um novo destino?


J.A Redmerski: Com certeza. Minha maior inspiração para criar a história de Camryn e Andrew foi o meu sonho de viajar pelo mundo com alguns poucos pertences, apenas eu e aquela estrada toda (e o meu Andrew particular!). Eu ainda planejo isso! É bem possível daqui a três anos, quando minha filha mais velha fizer 18 anos. Quero deixar tudo para trás e ver o mundo. Viajar e conhecer o mundo são as únicas coisas que me dão tanta paixão quanto publicar livros. Talvez eu escreva um livro sobre minhas viagens.


 Thais Pricila dos Santos
Andrew é simplesmente maravilhoso, simpático, engraçado, e até uma pouquinho bad boy. Então, qual foi sua fonte de inspiração ao criar o Andrew? Ele foi baseado em alguém da vida real?


J.A Redmerski: Andrew não foi inspirado em ninguém que eu conheço na vida real e, quando ele entrou naquele ônibus interestadual, eu não fazia ideia de que ele ia existir até aquele momento. Pode soar um pouco estranho, mas a personalidade e a forma de ver a vida de Andrew são baseados em mim. De certa forma, acho que sou 50% Camnryn e 50% Andrew.




Evellyn Fonseca
Como você se motiva a escrever? Sabemos que é um processo demorado e que requer inspiração, criatividade e muita transpiração (trabalho). Agora você é uma autora publicada – em vários países –e bem sucedida. Mas em algum momento já pensou em desistir? Se sim, como você  se motivou a não sucumbir, a não cair no precipício?


J.A Redmerski: Excelente pergunta, Evellyn! A principal motivação para mim sempre foi a voz dos personagens dentro da minha cabeça, me incentivando constantemente a contar suas histórias. Eu escrevo desde os 13anos e, de verdade, não consigo imaginar minha vida sem a escrita. Nunca pensei em desistir. Escrever é algo muito consistente na minha vida. Agora, em alguns momentos eu quase desisti de ser uma autora publicada por causa de agentes que não me aceitaram de manuscritos rejeitados. Mas eu sempre soube que continuaria escrevendo mesmo que meus textos continuassem apenas em meu computador e cadernos.


CarolineTeixeira
O que te inspirou a escrever uma história com um enredo e personagens tão reais e motivadores como em "Entre o agora e o nunca"?! Porque ele trás varias perspectivas saber amar novamente, confiar, amadurecer.


J.A Redmerski: O meu sonho de viajar pelo mundo. Nunca achei que Entre o Agora e o Nunca pudesse inspirar alguém, mas o fato de ter inspirado, apenas me deixou ainda mais feliz por tê-lo escrito. Significa muito para mim que a história de Camryn e Andrew tenha tocado a vida de tantos leitores. São coisas assim que fazem escrever ser tão recompensador.

Daniele Reis
Por que o livro é chamado “The edge of never” (em inglês)?


J.A Redmerski: Pergunta sensacional, Daniele! Nunca me perguntaram isso antes. :) A história começa com Camryn, que estava imersa em tanta dor por tudo que passou em tão pouco tempo de vida. Ela jurou a si mesma que nunca mais se aproximaria de outra pessoa e nunca mais se apaixonaria. Depois que conheceu Andrew, tentou ao máximo se manter fiel à própria promessa e caminhou por aquela linha tênue à beira do abismo até que Andrew finalmente a mostrou que se fechar e não se arriscar era uma forma terrível de viver. 


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