( Resenha ) Consensual - Livro 1 da Trilogia homônima de Livia Jamerlan

Publicação independente 

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Resenha



Braelynn Wolf teve uma infância difícil e traumática. Órfã de pai e mãe aos 3 anos de idade, foi testemunha das atrocidades que seu tio Henry cometia contra sua irmã Loren, até que essa completasse 18 anos.


Loren, menina doce, meiga e amorosa, enfrentou o inferno nas mãos do tio para poupar Braelynn. Henry e Tara, tios das meninas, ficaram com a guarda delas depois do acidente que matou seus pais. Tara é omissa e finge não perceber o que se passa embaixo de seu próprio teto. Ao ser confrontada e ameaçada, Tara decide entregar a guarda de Braelynn para Loren, já então com 18 anos. As duas saíram de Nampa, Idaho e foram para Newport, Rhode Island para recomeçar a vida. Loren foi trabalhar para o casal Jennnifer e Frank Brown desempenhando diversas funções. Ambos acabaram tornando-se uma espécie de pais adotivos para as irmãs. 

Tendo seu caráter forjado à base de muito sofrimento, Braelynn tornou-se uma pessoa desconfiada e cautelosa, não se deixando envolver em casos amorosos. Seus melhores amigos são Gus e Kennedy que desempenham papéis importantes em sua vida. Muito unidos, estão sempre prontos a ajudarem uns aos outros e são presença constante na vida dela. Kennedy é médica recém-formada e trabalha em horários malucos no Hospital Memorial. Gus é modelo e faz trabalhos esporádicos.

Depois de muito estudo e dedicação e com a ajuda da irmã, Braelynn torna-se estagiária no mais renomado escritório de advocacia de Manhattan. Para comemorar sua admissão, resolve festejar em uma balada, o Quay, onde conheceu Peyton Hass, brilhante advogado e solteirão cobiçado por seus dotes físicos e sua posição social. Embora não queria nada sério, Braelynn sentiu-se atraída pelo rapaz.

“Ele não era sexy. Não, essa palavra não era o suficiente para descrever o que este homem era. Ele era um sedutor bem-sucedido, como Kennedy diria, daqueles que garantiria que você chegasse ao auge, sempre que ele a tomasse. Estava escuro, então suas características faciais eram difíceis de distinguir, mas, pela linha forte do queixo, eu podia dizer que ele parecia viril. Ele sorriu, e, quando a luz no Quay mudou, notei que seus olhos castanhos me observavam da cabeça aos pés. Meu corpo inflamou-se de desejo”.

Por coincidência, Braelynn trabalha em seu primeiro caso legal, tendo como oponente o charmoso Hass. Apesar de demonstrar indiferença, a estagiária sente-se totalmente atraída pelo colega que, por sua vez, parece ter interesse pela moça. Um caso entre os dois é inviável, já que são oponentes no tribunal, havendo, portanto, conflito de interesses. 

Lynn, como é chamada por amigos, tem seu julgamento de valor obscurecido pela primeira vez na vida, enfrentando o dilema de entregar-se ou não a Hass, fato que acaba por abalar sua amizade com Kennedy. Peyton Hass, por sua vez, sempre teve casos amorosos passageiros e não tem a menor intenção de prender-se a ninguém. Gosta de sua vida livre, sem compromissos sérios no tocante ao amor. O destino, no entanto, tem outros planos para os dois.

Dona de uma escrita marcante, Livia Jamerlan faz um interessante jogo narrativo, mesclando os capítulos ora do ponto de vista de Braelynn e ora do ponto de vista de Peyton. Apesar do vocabulário pesado, a autora leva o leitor do desespero ao êxtase em seu tórrido romance, altamente erótico e sensual, deixando ao final da história um gostinho de “quero mais”.


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