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( Resenha ) O Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald @geracaobooks

10 setembro C Romano 0 Comments


Geração Editorial

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Sinopse

Este clássico do século XX retrata a alta sociedade de Nova York na década de 1920, com sua riqueza sem precedentes,
festas nababescas e o encanto das melindrosas ao som do jazz. O sol em ascensão desse universo cintilante e musical é o enigmático milionário Jay Gatsby, ao redor do qual orbitam três casais glamorosos e desencontrados, numa trama densa, repleta de intrigas, paixões e conflitos que precipitam o trágico eclipse.
Recriação soberba de um dos períodos mais prósperos da história dos Estados Unidos, 'O Grande Gatsby' é uma crítica mordaz à insensibilidade e imoralidade revestidas de ouro da chamada Era do Jazz, e um dos melhores romances - talvez o melhor - já escritos nesse país.


Resenha



O livro é um clássico de Scott Fitzgerald que faz uma crítica à futilidade da sociedade americana (onde se destacava quem tinha dinheiro e promovia grandes festas) da década de 20 no pós Primeira Guerra Mundial. É uma obra muito bem escrita, de leitura leve e rápida. Aproveito para destacar que esta versão de capa dura da Geração Editorial que recebi, ficou linda! 

A história é toda narrada em primeira pessoa, mas não pelo personagem principal, e sim por um bom grande observador chamado Nick Carraway. Nick, é um jovem de classe média que esta tentando a sorte como corretor da bolsa de valores. Ele, se muda para West Egg e vai morar em uma casa alugada e modesta, ao lado da grande Mansão de Jay Gatsby. 

Seu vizinho Gatsby chama a atenção de Nick, pois promove festas de arromba em sua luxuosa mansão, nas quais, estão sempre presentes, as mais importantes personalidades da elite americana da época. 

“Ele sorriu... era um desses raros sorrisos que transmitem um conforto eterno, desses que só se encontra umas quatro ou cinco vezes na vida... Subitamente eu estava olhando para um fanfarrão jovem e elegante, um ou dois anos acima dos trinta, cuja elaborada formalidade de discurso, por um triz raiava ao absurdo.”

Muitos especulam sobre a vida de Gatsby, mas, ninguém sabe ao certo de onde veio toda a sua fortuna, já que ele havia voltado da guerra, e fora apenas um oficial da marinha. Alguns acreditam que ele esteja envolvido em negócios ilegais, outros ainda, acham que ele cometera alguns assassinatos.

“- Um oxfordiano? Ele? – falou incrédulo. – Mas que inferno, ele não estudou em Oxford coisa nenhuma! Ele usa um terno cor-de-rosa.”

Em uma tarde qualquer, Nick recebe um convite para participar de uma dessas noites glamurosas de festa promovidas por Gatsby, e, a partir dai, começa uma amizade com ele. Descobre então, em uma de suas conversas, que Gatsby havia vivido um grande amor no passado, com Daisy, sua prima, antes de ir a guerra, o qual não consegue esquecer.

“Não posso lhe descrever a que ponto fiquei surpreso quando descobri que a amava, meu velho. Durante algum tempo, cheguei a ter esperança de que ela me mandasse embora, mas ela nem pensou nisso, porque também estava apaixonada por mim... Bem lá estava eu , completamente fora da trilha...” 

O amigo decide ajuda-lo a reconquistá-la, mas Daisy já esta casada com o milionário Tom, com o qual vive infeliz e mantem um casamento envolto por traições e dinheiro. Daisy no inicio se revela doce e meiga, mas ao final mostra sua verdadeira personalidade.

O livro é muito bom, e na minha opinião, faz uma grande reflexão acerca de toda a futilidade da época. Apesar de terem dinheiro e glamour, seus personagens revelam uma atmosfera triste e sem esperança. As relações são mantidas apenas se estiverem baseadas em algum interesse. Não existem sentimentos sinceros e por isso, não há um compromisso com o outro, não se criam laços.

Ao final, a trama se torna mais intensa e alguns acontecimentos nos fazem sentir raiva de alguns personagens e desejar que o futuro deles fosse diferente.

Esta edição especial da Geração Editorial além de ter capa dura, também nos presenteia com algumas fotos dos filmes e antigas fotos do autor com sua esposa.

O clássico de F. Scott Fitzerald já ganhou 4 versões para o cinema.

Confira os artistas que viveram os protagonistas Gatsby & Daisy:



Warner Baxter foi o primeiro a encarar o papel no filme mudo de 1926, seguido de Alan Ladd, no longa de 1949. Mas foi Robert Redford que ficou marcado em 1974, com seu charme de galã da época, pelo homem obcecado por Daisy Buchanan. Agora, Leonardo DiCaprio se responsabiliza por dar vida ao famoso Gatsby.



A mocinha bela e rica Daisy Buchanan foi interpretada por Lois Wilson, em 1926, e por Betty Field em 1949. Prima de Nick Carraway e casada com Tom Buchanan, Daisy ganhou vida através da atriz Mia Farrow que, em 1974, já tinha estrelado o terror "O bebê de Rosemary" (1968). Na adaptação de Luhrmann, Carey Mulligan foi a escolhida para o papel da conquistadora de Gatsby.

Fonte: Portal G1 - Confira na íntegra AQUI.

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