Auto-ajuda,

SOS Amor de Lidia Rosenberg Aratangy @primaveraeditor

25 março Clã dos Livros 9 Comments

SOS Amor, lançamento da Primavera Editorial, é amparo para corações aflitos.



Clique na capa e compre o livro na Saraiva

Sinopse

De leitura rápida, nova obra da psicóloga Lidia Aratangy dá dicas práticas de como lidar com angústias que preocupam todos nós.


“Espero que os leitores deste livro possam identificar, nas perguntas anônimas, a vibração de sua angústia pessoal, e encontrar nas respostas gerais a nota capaz de aplacar sua ansiedade.” 
LIDIA ROSENBERG ARATANGY, autora.

Responda rápido: você conhece alguém que jamais teve um ataque de ciúme (ainda que discreto), nunca sentiu medo, culpa ou solidão, não sabe o que é ter indecisão e nem dúvidas sobre a própria vida sexual? Muito provavelmente, a resposta é não, e, certamente, você mesmo deve ter se visto em uma – ou várias – dessas situações. O nó que une as relações humanas é, muitas vezes, difícil de desatar e de entender sem ajuda especializada. Por isso mesmo, a busca incessante por respostas para nossas angústias mais íntimas nos é inerente. 

Muitas dessas respostas podem ser encontradas em SOS Amor, novo livro da consagrada psicanalista Lidia Rosenberg Aratangy, publicado pela Primavera Editorial. Colunista do noticiário Café com Jornal (TV Band) e da Band News FM, onde mantém a coluna Senta que Lá Vem D.R., Lidia responde, há anos, dúvidas de leitores de revistas, ouvintes de rádio e internautas. São questionamentos sobre casamento, sexo, ciúme, separação, relação com amigos e família, autoimagem... Apesar de parecem díspares, todos eles têm um ponto em comum: o amor, seja por si próprio, seja pelo próximo. E são essas dúvidas que servem de base para o livro. Em formato de pergunta e resposta, SOS Amor, fornece ao leitor dicas práticas para lidar com várias de suas angústias da melhor maneira possível. Mas também dá ferramentas para que ele próprio encontre seus caminhos. 

Tudo isso é feito de maneira simples, com frases objetivas e de fácil entendimento, sem, no entanto, subestimar a inteligência de quem lê. “Quando respondo à carta de um leitor numa revista, à mensagem de um internauta num site, ou ainda, à pergunta de um ouvinte num programa de rádio, busco descobrir que indagação geral pode estar refletida naquela questão individual, sem deixar de incluir na resposta uma ajuda direta e imediata à angústia desse interlocutor distante e desconhecido”, explica a autora no prefácio do livro. O resultado são análises profundas e completas sobre o comportamento humano, úteis para quem busca uma vida mais feliz e amorosa.


Trechos da obra

“Em vez de maldizer o namorado e abençoar a hora em que 'se livrou' dele, procure lembrar-se também dos bons momentos e ser grata pelo que foi vivido. Isso pode trazer alguma tristeza, fazer correr algumas lágrimas, mas deixará seu coração mais leve - e o caminho aberto para outros encontros igualmente verdadeiros, com sua dose de alegrias e tristezas.”
p. 14


“No universo plurifacetado da sexualidade humana, o aprendizado é contínuo e constante. E, como sabem os alunos e professores de qualquer área do conhecimento, é mais fácil aprender quando o aprendizado se dá num clima de prazer pelo processo, e não de ansiedade pelo resultado.”
p. 22


“A normalidade de um vínculo amoroso não é avaliada por dados estatísticos. Ninguém pode definir quantas vezes por semana, por ano ou por dia um casal deve transar para receber o carimbo de 'normal'. Só os parceiros podem dizer se a relação está satisfatória ou não - e esse é o único parâmetro que vale.”
p. 25


“Então, em vez de olhar tanto pra fora, para ver se os outros são mais altos, mais magros ou mais brilhantes, olhe para dentro de si e descubra sua própria luz. Se ela estiver apagada ou fosca, procure tornar sua vida mais alegre, menos sombria. Tente centrar-se menos em sua imagem externa e no efeito que ela provoca nos outros.”
p. 62


“Um relacionamento amoroso não se equilibra na estreita faixa do presente nem se alimenta de lembranças do passado. Quando os parceiros têm o cuidado de manter a relação viva, o vínculo passa por uma sucessão de fases, em que cada uma incorpora a anterior e a enriquece com sonhos e projetos. O namoro envelhece se o casal não puder tecer planos para o futuro.”
p. 93


“As diferenças de objetivos só se tornam empecilho quando os parceiros, em vez de conciliarem as divergências, dedicam-se a uma estéril queda de braço para convencer o outro de que seu objetivo é o único que dá sentido à vida”
p. 120


“Sentir a falta do pai, aos 16 anos, é, além de normal, extremamente saudável. Mas, na sua idade, você já tem autonomia para procurar por ele sem precisar da mediação da sua mãe nem de ninguém.”
p. 142


“Não há mal nenhum em adiar alguns planos para cuidar dos filhos, desde que essa decisão seja tomada livremente, como uma escolha, e não como uma imposição do parceiro, um castigo do destino ou uma autopunição.”
p. 178


9 comentários:

  1. Oi Marissa!
    parece um livro interessante, gostei das frases. São boas dicas né?
    Não leio muitos livros do gênero, mas talvez eu dê uma chance, ler algo assim às vezes faz bem e descansa a cabeça <3
    um ótimo dia!
    [Filme] O Sétimo Filho – Crítica

    ResponderExcluir
  2. Boa tarde, também não costumo ler livros desse gênero.
    As frases são ótimas dicas....até copiei algumas rs

    ResponderExcluir
  3. Oiee!
    Gostei da ideia do livro, quem nunca passou por nada disso não é?
    Já me identifiquei com algumas frases, se tiver a chance quero ler esse livro sim, deve ser uma leitura bem leve e rápida. Curti ;)
    Bjokas!

    ResponderExcluir
  4. Apesar de ser uma gênero que não costumo ler, achei interessante.
    É verdade, todo mundo já deve ter tido ou sentido algo que a autora
    cita no livro. Achei interessante, pois a autora coloca frases que nos
    fazem refletir.
    Pelo pouco que conheci agora, já me interessei e acho que seria uma
    ótima leitura.

    ResponderExcluir
  5. Não leio muito livros nesse gênero, mas adorei as frases!

    ResponderExcluir
  6. Nossa adorei este Marissa, não faz meu gênero, mas gostei muito dos quotes!!!
    E vou dar meu braço a torcer rsrsrs

    ResponderExcluir
  7. É um gênero que não tenho o hábito de ler, mas esse parece ser interessante, realmente muita gente passa por isso que foi citado na resenha, inclusive eu kkk.
    As frases são bem inspiradoras e reflexivas.

    ResponderExcluir
  8. Não é o meu tipo favorito de leitura e por mais que eu tenha achado alguns quotes interessantes, acho que esse eu vou passar. Mas gostei da capa!

    ResponderExcluir
  9. Não gosto de livros de auto-ajuda. Parece que generaliza todas as pessoas. E como as pessoas devem agir em situações também genéricas. Não é a minha praia. E ainda mais quando se fala de relacionamentos.

    ResponderExcluir